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Uma decisão desprezível e abjeta

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O desembargador Gamaliel Seme Scaff, do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, decidiu que o condenado a vinte anos de prisão, Jorge Guaranho, que assassinou barbaramente seu vizinho Marcelo Arruda, cumprisse a pena em prisão domiciliar.

A vítima, que era tesoureiro do diretório municipal do PT na sua cidade, comemorava seu aniversário de 50 anos junto com a família, na própria casa, e foi surpreendida pelo ex-policial que inicialmente agrediu a socos sua mulher para, em seguida, disparar sua arma na festa da família.

Com tal decisão, a pena a ser cumprida será unicamente a de usar uma tornozeleira eletrônica no conforto de sua casa; esse é um grande exemplo do Judiciário paranaense.

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