Fator capaz de embaralhar o jogo ainda mais seria a entrada definitiva de Rodrigo Pacheco na disputa. Para se viabilizar como candidato competitivo ao governo, interlocutores avaliam que Pacheco teria de buscar uma nova filiação, sendo o União Brasil uma das hipóteses discutidas, como forma de atenuar o carimbo de Lula como a maior justificativa à sua candidatura. Seria uma boa alternativa.
Caso isso ocorresse, o senador Rodrigo Pacheco poderia surgir como uma candidatura de centro, disputando votos tanto com Matheus Simões quanto com Cleitinho. Num cenário tão fragmentado, seria esperado que Pacheco alcançasse o segundo turno — etapa em que as eleições, como sempre, se reinventam.
Com Pacheco no páreo, o que se espera é que o debate eleitoral se qualifique em melhor estilo, e devolva a Minas a possibilidade de sua inserção em um espaço melhor no cenário nacional.