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Triste quando a assistência médica também adoece (Parte II)

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Nos últimos 15 dias, o que aconteceu no Sarah e que se esperam por rápidas soluções, para que não mais se repitam:

  • Uma paciente complicou durante o tratamento e faleceu no hospital (dia 24). Segundo se relata, por falha no atendimento;
  • Outra caiu durante a fisioterapia. Quebrou a perna. Teve trombose;
  • Uma criança caiu na piscina e por muito pouco não se afogou.

Três casos, em duas semanas.

Em um hospital que sempre foi exemplo, onde tais falhas nunca ocorriam.

O que dizem estar acontecendo?

Simples: excesso de trabalho.

Equipes exaustas e insuficientes, sistemática resistência em ouvir as pessoas que têm muito o que dizer, porque vivem esses dramas, diariamente.

Falta de sensibilidade, produto de uma gestão que, ao que tudo indica, deixou de ver pessoas para ver apenas números.

Quem já foi paciente lá sabe: o Sarah era diferente.

Era humano.

Era cuidadoso.

Hoje, muitos relatam medo, tristeza, indiferença, opressão.

Essa mensagem “é para que a excelência volte a respirar. Para que a dor deixe de ser segredo. Para que a saúde se reencontre, de novo, dentro da casa da saúde. E que a gente nunca se esqueça: ninguém salva vidas com a alma ferida.”

As aspas são a fala de uma funcionária com anos de história dentro do Sarah.

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