Uma grande expectativa está posta em torno da decisão sobre o futuro do Hospital Maria Amélia Lins, extensão do Hospital João XXIII e que representa uma referência da cirurgia ortopédica para Minas Gerais.
Centenas de pessoas carentes de tratamento e cirurgia sofrem, por estarem sendo prejudicadas com a manutenção do fechamento inexplicável do bloco cirúrgico do HMAL, há quase cinco meses; com esse fechamento, as pessoas ficam jogadas, sim, jogadas, e outra não é a situação, algumas esperando em casa, outras em macas e camas improvisadas no mesmo HMAL, no João XXIII e agora acharam um canto também no Júlia Kubitscheck; acham-se desprezadas por serem pobres, carentes e não terem ninguém em seu socorro, a partir do governo do Estado, da Secretaria de Estado da Saúde, da FHEMIG, deputados e outros cúmplices, com sua desídia e insensibilidade ao que vivem esses pacientes.
Todos esperam um ato de justiça por parte do TJMG, no processo que está nas mãos do ilustre e competente Desembargador Wilson Benevides; o processo corre em “segredo de justiça”.
O MPMG e o TCE-MG já fizeram a parte que lhes cabia.