O Governo de Minas está entregando uma empresa que ele não construiu, nela nada acrescentou, mas a utilizou para infestá-la com seus protegidos e apaniguados, sobretudo de seu partido NOVO, e agora quer vendê-la, transferindo seu lucro para grupos paulistas, uma ação que já se sente em andamento há meses, em Minas Gerais.
O outro absurdo é a votação do orçamento para 2026, sem que os mesmos parlamentares, a quem foram sonegados dados sobre a COPASA em franca venda, saibam (se sabem é porque têm interesses particulares em tais concessões) a quem será destinado o valor de R$ 25,3 bilhões, correspondente às renúncias fiscais que a peça orçamentária traz, mesmo diante de um déficit de R$ 5,4 bilhões no orçamento de 2026.
O vice-governador Mateus Simões, o mesmo que afirmou que considera a transparência dos atos públicos um mandamento moral, (portanto, um descuido imoral se assim não se dá) prometeu numa entrevista concedida em maio passado a jornalistas, revelar todos os dados sobre esse cipoal de renúncias fiscals, seus valores, a quem são concedidas, por qual razão assim se dá; afinal, é dinheiro público e não dele ou deles.