A Assembleia Legislativa terá como pautas nesse mês de dezembro a votação da privatização da COPASA e a proposta orçamentária para 2026.
Esses dois importantes projetos serão votados sem que os nossos parlamentares tenham consciência do que estarão fazendo.
Lamentável, mas é a verdade.
No caso da COPASA, nenhum dos nossos deputados estaduais sabe o real valor da estatal como empresa, o que estará sendo entregue ao comprador e o valor que poderá resultar dessa operação para o tesouro de Minas Gerais.
Isso é uma irresponsabilidade com o patrimônio público, já que a COPASA não lhes pertence, nem tampouco ao governador Zema, nem ao seu vice Mateus Simões, nem (talvez ainda) ao BTG Pactual ou a outros interessados que têm sido vistos com muita frequência em reuniões no Palácio Tiradentes.
Qual é o valor dos ativos da COPASA, dos passivos, da indenização da VALE e o que já foi pago ou não?
E os passivos trabalhistas e previdenciário, sobretudo os advindos da ação judicial que até o momento não foi decidida pelo juízo competente, e que pode significar um passivo de mais de R$ 1 bilhão para a COPASA?