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São opções pessoais de Zema? O estado é dele? (parte II)

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Um retrato triste, que reflete a absoluta falta de compromisso, de respeito com o patrimônio público, esse que enxergamos agora; não há nesse governo que está se despedindo, -graças a Deus-, e se há exceções elas são mínimas, um setor que possa se orgulhar de ter deixado alguma coisa para ser comemorada.

Nas funções básicas do Estado, -a Saúde, a Educação e a Segurança Pública, para enumerarmos apenas três-, não fosse o esforço hercúleo dos servidores dessas áreas, os resultados seriam ainda muito piores, vitimando a sociedade, e muito além, muito mais lastimáveis do quanto tem conseguido ser sentidas, para Minas.

Diante de tanto sigilo, podemos dizer que foram opções pessoais de Zema essas concessões, mas ele precisou ser ajudado a torná-las um ato real. Primeiro, como dissemos, e esse é o nosso entendimento, Zema precisou da omissão de todos aqueles que tinham o dever de fiscalizar seu governo.

Se tais omissões custaram ao Estado, é uma história para se apurar sua extensão, depois. “Não há almoço de graça”, dizem os entendidos nas relações de poder.

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