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R$ 348 milhões dos livros sem licitação e o “nojo” pelas renúncias fiscais

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Comenta-se nos corredores do Palácio Tiradentes que Mateus Simões estaria apenas esperando Romeu Zema bater em retirada para que ele, já sentado na cadeira de governador e sem necessidade de pedir mais nada ao retirante, revele a lista de empresas beneficiadas pelas renúncias fiscais que retiraram do orçamento público de Minas, R$ 125 bilhões em 7 anos.

Mateus já havia dito que “tenho nojo de sigilo”, o mesmo sigilo em que Zema sempre se escudou para nunca dizer quem são as felizardas beneficiárias do não recolhimento de tributos estaduais. Dizem que Mateus também não engoliu a compra dos livros de historinhas para serem distribuídos na rede escolar do Estado, nos últimos suspiros de 2025, pela fortuna de R$ 348 milhões, SEM LICITAÇÃO.

Como o FUNDEB é verba federal, deputados da oposição, liderados pela deputada Beatriz Cerqueira, estariam se organizando para pedir à eficiente e isenta Polícia Federal que desse uma olhadinha no processo de compra. Apenas para se ter segurança, claro. Nenhuma desconfiança pelo uso desse instrumento tão ágil e seguro como são as atas de preços, para se fazer uma compra, mesmo que seja de tantos milhões.

Nem em Minas, nem no Pará, nem no Amazonas, nem em São Paulo houve licitação. Éééé gente! Trem tá feio!

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