É razoável o medo do diretor de credenciamento; como ser funcionalmente responsável pela área de Gestão se não há como se fazer uma fiscalização nas autoescolas?
Como se responsabilizar por algo que está sem fiscalização?
E a bagunça não para por aí; imaginemos a situação das ECVs, setor também onde não há fiscalização sequer sobre percentuais de trabalhos distribuídos para as empresas em operação no Estado.
Como se fazer gestão se não há fiscalização?
O que mais tem que acontecer para que se tome uma providência quanto ao mau funcionamento da CET?
Seria muito que se pedisse uma mãozinha do TCE-MG e do MPMG?
Porque se nada for feito, a bagunça pode ficar sem solução e o Estado vai perder muito dinheiro com tamanho desmazelo.
E a PC que nao dava conta né? Com pouco efetivo fazia funcionar e funcionava bem.