Os servidores da Segurança Pública, especialmente, e a própria sociedade, sobretudo na região da zona da Mata mineira ficaram todos perplexos com as notícias divulgadas sobre as condenações dos policiais civis, incluindo o delegado Rafael Gomes de Oliveira, o inspetor Rogério Marinho Júnior e o investigador Leonardo Gomes Leal.
Além dos advogados Wilber Montezano de Mendonça e Wellington de Oliveira Lima.
Todos atuavam em favor de uma quadrilha de traficantes de drogas na região, cujos membros foram preso,s mas que tiveram seus inquéritos atenuados por falsificação das provas feita pelos policiais.
O bando atuava desde 2018 e foi preso em 2022.
Comprovados os quatro anos de prática criminosa, em 2023, por determinação do juiz Daniel Réche, da 1ª. vara criminal de Juiz de Fora, todos foram soltos “porque eram réus primários e tinham bom comportamento”.
Nesse mês de agosto de 2025, o mesmo juiz Daniel Réche julgou e condenou os réus a penas que chegam a 50 anos de prisão, no caso do delegado; outros, a penas menores.