O fato mais importante do governo de Mateus Simões, que todos esperam que seja uma honrosa manifestação de sua independência e decência como homem público, será a publicação do rol de empresas que seu antecessor, Romeu Zema, beneficiou com as renúncias fiscais, atitude imoral e indecente que arrebentou com o orçamento público do Estado.
Razão social e valor do regalo. Essa irresponsabilidade da gestão passada, que soma um rombo de R$ 125 bilhões, é a maior responsável pelo quadro de miséria, de falta de obras públicas absolutamente necessárias, pela indigna remuneração dos servidores públicos, impedindo que se fizesse nos últimos anos, um governo no mínimo tolerável, política e moralmente.
Todos esperam por esse ato de decência e de respeito, vindo de Mateus Simões por Minas Gerais. Ou ele já se esqueceu de que um dia disse ter nojo de sigilo nos atos públicos?