O promotor de Justiça André do Pinho, que assassinou em BH, barbaramente sua esposa, Lorenza, e foi condenado pelo TJMG a 22 anos de cadeia, foi transferido do recolhimento especial do Corpo de Bombeiros para Penitenciária de Uberlândia, em razão dos custos que suas exigências pessoais estavam gerando para o Estado.
Ele assassinou covardemente sua esposa, segundo dizem, na cama, por intoxicação e estrangulamento.
Seu plano era levá-la à cremação, certamente para ocultar as provas de sua covarde ação, mas amigos da família, desconfiados, denunciaram o ocorrido ao Procurador Geral de Justiça da época do crime, que mandou que o corpo fosse removido da funerária e submetido à autópsia, no IML.
Em poucas horas, André do Pinho foi preso e o atestado médico que encobria o óbito, invalidado.
Após sua condenação pelo TJMG, e já recolhido em prisão especial, André do Pinho requereu 94 atendimentos por médicos, além de comer apenas uma comida especial, feita especialmente no Presídio de Mulheres do Horto.
Agora, em Uberlândia, é possível que consiga mais saúde para enfrentar os 18 anos que lhe faltam cumprir na cadeia. Monstro.