Ao contrário do que muitos insinuaram, o atual presidente do Conselho de Administração da COPASA, Hamilton Amadeo, não representa no processo de privatização da estatal o Banco Master, nem tampouco a RioPrevidência.
E também não é pastor de nenhuma igreja investigada por fraudes na CPMI do INSS. Sua experiência é outra e diz de sua participação em um esquema de corrupção que tinha pelo meio os interesses da Aegea, uma das fortes interessadas em botar a mão na COPASA.
Nos relatos de sua vida pregressa, Hamilton Amadeo já revelara sua habilidade em entregar propinas para custear campanhas eleitorais e quitar passivos de campanhas, embora aqueles que foram por ele denunciados tenham desmentido haver recebido suas generosas doações.
O governo Zema é muito desinformado ou idiota, ou ambos, por colocar na presidência de uma empresa estatal da importância da COPASA, em processo de privatização, uma pessoa com a folha corrida que tem o tal Hamilton Amadeo.
Vai ficar assim, Zema?
Não lhe ocorre ser tal condescendência uma irresponsabilidade com o patrimônio público de Minas?
A COPASA é da sua família, por acaso?