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Por que os servidores públicos adoram Zema, Mateus e o governo que produzem? (parte I)

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Transcrevemos abaixo uma carta de uma servidora pública de MG, que transcrevemos, em cujos vencimentos são descontados mensalmente valores consideráveis de assistência de saúde, para encher os caixas do IPSEMG e serem geridos da forma desastrosa e incompetente como são:

“Sou paciente oncológica, em tratamento quimioterápico no Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP), vinculada ao IPSEMG, e realizo acompanhamento pós-radioterapia no Hospital Mater Dei, unidade do bairro Santo Agostinho, sob os cuidados do Dr. (omitimos o nome).

Na presente data, fui contatada pelo referido médico, que me questionou se eu tinha conhecimento acerca do descredenciamento do Hospital Mater Dei de Betim junto ao IPSEMG.

Segundo informado, tanto os profissionais quanto os pacientes foram surpreendidos pela decisão, sem qualquer comunicação prévia.

Conforme relato do Dr. (omitimos o nome), o descredenciamento ocorreu de forma abrupta, “do dia para a noite”, impactando diretamente cerca de 80 pacientes que se encontram em tratamento oncológico naquela unidade, o que tem gerado grande apreensão, insegurança e risco à continuidade terapêutica, especialmente considerando a natureza delicada e contínua dos tratamentos oncológicos.

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