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Policial civil alega sofrer perseguição sem medida

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A investigadora da Polícia Civil de MG, Jaqueline Evangelista Rodrigues, está afastada de suas funções para tratamento de saúde, depois, segundo ela declara ter registrado em farta documentação em seu poder, estar sofrendo perseguições administrativas por parte de superiores da PC, além do descaso da Corregedoria e de médicos da perícia funcional, também da PC.

Jaqueline alega estar sendo ameaçada, através de seguidos procedimentos administrativos, mesmo estando oficialmente afastada para tratamento de saúde.

Nessa semana, ela viu nas câmeras externas de sua casa que uma mulher tentava abordá-la depois das 20h30, que ela supõe ser uma oficial de Justiça; a citação de policiais civis, segundo Jaqueline, é um procedimento que deve necessariamente ser intermediado pela chefia superior de todo policial.

Depoimentos, documentos, cópias de inquéritos e de processos a policial já colecionou para serem entregues aos órgãos de proteção aos direitos humanos, na ALMG, na Câmara dos Deputados e no Ministério dos Direitos Humanos, em Brasília.

Ela ainda registra que seus vencimentos foram reduzidos à metade, que são consumidos integralmente com medicamentos, sem recursos sequer par comer e se manter.

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