Infelizmente, uma efêmera convicção do agora governador, Mateus Simões. A sorte do nosso governante e de Zema, seu antecessor, é que esse sigilo não está na competência do STF, examinar e julgar; é matéria que está na competência do TJMG.
Se estivesse, ahh Zema, talvez você já estivesse longe, lá em Rifaina, trafegando por aquela estrada bacana que você mandou fazer. Esse sórdido sigilo sobre as renúncias fiscais, além da agressão que gera na imagem de Minas, ele também expõe a falta de personalidade e altivez da Assembleia Legislativa de MG e seus deputados, insinuando a cumplicidade de muitos de nossos parlamentares, como também do Tribunal de Contas, com tamanho absurdo.
Deveria ser afixada na entrada da ALMG uma placa com o nome dos deputados que, nunca exigindo essa revelação, acobertam o absurdo que esse desmando representa como dano ao patrimônio público do Estado de Minas Gerais. Igualmente, no TCE-MG e no MPMG. É injustificável tamanha omissão, diante da lesão ao orçamento público de MG.