Notas divulgadas na semana por essa coluna informaram sobre os altíssimos custos com o cabide de empregos em que se transformou a Defensoria Pública de MG, onde o Estado coloca servidores sem concurso público ou qualquer outra forma de seleção transparente, há décadas.
Denúncias mais recentes dão conta, primeiro, de que há funcionários há anos ocupando funções na DP que a lei determina que sejam executadas por funcionários públicos efetivos.
Diretorias, superintendências, atividades que envolvem responsabilidades legais na sua execução, hoje são ocupadas por escolhidos, não efetivos; um absurdo.
Depois, que os valores hoje pagos pela Defensoria à MGS, em muitos casos, podem ser até três vezes maiores do que aqueles que servidores efetivos custariam.
Ou que se façam concursos públicos ou que se mude a legislação; ou a que DP passe a ser “Defensoria Privada”, não é?