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Ódio ou aversão às mulheres?

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Ou aversão ao contato sexual com as mulheres. São definições que se encontram nos dicionários e nos compêndios que estudam o comportamento humano, identificando como misoginia, as atitudes ou práticas que se desejam evitar sejam cometidas e que o projeto da deputada federal Tábata Amaral, do PSB-SP, apresentado, discutido e devidamente aprovado por unanimidade no Sendo Federal, classifica como crime.

Embora aprovado no Senado, como dito, por unanimidade dos votantes, sem qualquer objeção ou abstenção, o projeto vem sofrendo oposição por parte do deputado federal mineiro Nikolas Ferreira, do PL-MG. O parlamentar mineiro prometeu trabalhar fortemente contra a sua aprovação na Câmara dos Deputados, tendo justificado sua aversão à proposta pelo receio de que o projeto “possa abrir a oportunidade para punições indevidas”.

Ao deputado Nikolas, o alto grau de violência contra as mulheres, expressas em agressões e feminicídios, ao que parece, não justificam punições. Devem ser toleradas, Nikolas? Também na opinião da deputada Tábata Amaral, “a ideia do projeto, à grande maioria das pessoas, é uma iniciativa tardia, se levarmos em conta os lastimáveis registros da expansão da violência contra as mulheres, o aumento dos índices de feminicídio e em Minas, especialmente”.

E prosseguiu Tábata: “eu vou defender esse projeto aqui na Câmara, porque mulher morta não deveria ser pauta de engajamento. As mulheres brasileiras merecem respeito e a gente vai fazer a nossa voz ser ouvida”, concluiu a parlamentar.

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