Os franceses têm fama de não serem muito chegados ao banho diário, o que geralmente amenizam com finas colônias, mas não poderem soltar um ingênuo punzinho durante um passeio pelo Quartier Latin ou no carrossel do Louvre é uma limitação extremamente opressiva e até abusiva, com graves riscos para o nosso organismo.
Um turista desavisado poderá deixar na França parte de seu patrimônio.
O que fazer para se evitar tais percalços?
Imaginemos se isso fosse no Brasil?
Um bom sistema de aferimento de maus odores colocado aos sábados nas proximidades de onde se servem feijoadas, por exemplo, seria desastroso para todos os desavisados, embora pudesse representar uma glória para o orçamento nacional.
Pela natureza do assunto, nada nos espantará se o senador Cleitinho aparecer nas redes sociais prometendo lutar no Congresso contra uma eventual iniciativa nesse sentido.
Esperemos.