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O que pesou na licitação feita para que a Biomega assuma o laboratório do HGIP/IPSEMG? (Parte II)

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E segue o PMDFT: “As contratações em regime emergencial e a flexibilização das licitações, justificadas pela pandemia, não podem servir ao mau uso do dinheiro público. As evidências de que as marcas dos produtos adquiridos seriam de baixa qualidade ou imprestáveis para a detecção eficiente da Covid-19 agrava ainda mais uma situação que exige cuidado com a vida e responsabilidade na gestão da saúde pública”.

É uma atitude muito decente, adequada e esperada de todos os membros do Ministério Público, em todos os Estados; não dá para acobertar tais fraudes.

Aproveitando para lembrar que no IPSEMG segue sem resposta a investigação que diziam estar em andamento, sobre milhões de reais jogados fora em razão da má gestão do citado órgão, que permitiu que ex-servidores sem tal direito usassem dos serviços do HGIP e outros hospitais conveniados, no interior do Estado.

Essa investigação nunca será terminada?

O governo alega todos os dias que o IPSEMG não consegue prestar bons serviços aos servidores do Estado, que quase dobraram a contribuição de assistência de saúde, mas nunca recebem os cuidados que têm direito. Jogando dinheiro fora, pior ainda.

O IPSEMG deveria parar de fazer festinhas de reconhecimento a pessoas de duvidoso merecimento e se concentrar na administração do órgão.

E sem gritar com subordinados.

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