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O que não serve ao mineiro, serve ao Brasil?

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Romeu Zema lançou sua pré-candidatura à Presidência como se Minas fosse apenas vitrine.

Enquanto promete “varrer o PT do mapa”, deixa para trás hospitais sem estrutura, escolas ameaçadas de privatização, estradas deterioradas e cortes bilionários em políticas sociais.

Tudo isso embalado por R$ 147 milhões em publicidade e um reajuste de 300% no próprio salário, contrastando com apenas 3% para servidores.

Mais grave é sua postura internacional.

Zema defendeu sanções impostas por Donald Trump contra o ministro Alexandre de Moraes, ignorando que tais medidas ferem a soberania nacional.

Ao mesmo tempo, promete anistia a Bolsonaro pelos atos de 8 de janeiro, como se uma tentativa de golpe fosse um detalhe a ser apagado.

Minas Gerais não pode ser trampolim de ambições pessoais nem palco para discursos alinhados ao radicalismo estrangeiro.

O que não serve ao mineiro, não serve ao Brasil.

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