As denúncias já se encontram em avançada investigação pelo Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), que avalia a conduta ética da Dra. Denise Corsini.
Há outra investigação em curso no Ministério Público.
O caso também levanta debate sobre a proteção dos trabalhadores em ambientes hospitalares e o papel das instituições de saúde na garantia de direitos previdenciários e trabalhistas.
A postura do Hospital Sarah contrasta com a orientação normativa vigente e pode impactar diretamente os direitos dos trabalhadores, que, sem a emissão da CAT, ficam expostos à negativa de benefícios previdenciários e ao enfraquecimento da sua proteção legal em caso de incapacidade decorrente de acidentes de trabalho.
A repercussão do caso deverá mobilizar autoridades trabalhistas e de saúde pública, que reforçam a necessidade de vigilância e fiscalização mais rígidas no cumprimento da legislação.