Situação difícil vive o PL nacional, nesse momento. Em igual situação está o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto.
A aproximação de Valdemar com a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, jogando para a margem da estrada os filhos 01, 02, 03, 04 e outros que ainda estiverem na lista em busca do eventual reconhecimento de paternidade física ou política, tem desatendido as expectativas do pai Jair, que se não conseguir ter sua inexigibilidade revertida, não vê na patroa as condições que mais desejaria para a disputa da presidência em 2026.
Michelle e seu maquiador poderiam ficar muito bem aquinhoados com o Senado pelo DF, nas próximas eleições, mas Valdemar a prefere disputando o Planalto.
Valdemar, de qualquer forma, ainda parece se incomodar menos brigando com seus pares do que confrontar o STF, como desejam nomes que veem nessa briga um reforço às suas pretensões, também em 2026.
A maioria é de parlamentares sem trabalhos para apresentar aos seus eleitores, senão o de serem bolsonaristas.
Outra dificuldade vivida por Valdemar está na sua manifestação quando a decretação da prisão de Jair Bolsonaro.
Logo que saiu o ato assinado pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, Valdemar se limitou a dizer: “estou inconformado!! O que mais posso dizer?”
Valdemar, aqui pra nós: você sabe que poderia falar mais alguma coisa.
O problema seu é o medo de cutucar a onça com vara curta.
Até a Michelle esperava mais de você.