O vice-governador Mateus Simões, se ficasse calado, talvez pudesse estar numa posição melhor na sua corrida de tartaruga rumo ao Palácio Tiradentes, nas próximas eleições.
Numa entrevista veiculada pelo portal Regionalzão, que circula especialmente com fatos do Triângulo Mineiro, Simões disse na edição dessa quinta-feira, 19, que “a COPASA é uma péssima prestadora de serviços”. E seguiu: “o problema não é falta de dinheiro; é falta de velocidade”.
O vice afirmou que “o modelo atual impede agilidade na execução”. Isso, para Mateus, é motivo para vender a COPASA, paradoxalmente eleita, em 2025, como “a empresa que lidera o setor de saneamento em premiação nacional e se destaca entre as grandes companhias abertas”, segundo, também, informe da Agência Minas.
E mais: que a COPASA tem R$ 2,7 bilhões parados em caixa, depois, dito por ele, que colocou R$ 2 bi há dois anos na estatal.
Pergunta-se: esses R$ 2 bi que estão lá parados, postos pelo Estado, vão voltar para o caixa do tesouro de Minas?
Se há dois anos que Mateus, com tanta informação, cuida da COPASA, por que não melhorou sua performance gerencial?
Estranho não. Que conversa, nosso Deus!