Se um dia se tornar público o “Relatório Final da Comissão Especial dos Programas de Combate à Prostituição Infantil”, esquecido lá em 2002, muita gente baixaria a crista, desistiria de candidaturas e da gana de ocupar cargos públicos de destaque.
É um trabalho que deveria ter sido investigado corajosamente e com absoluta isenção, e colocado muita gente que se diz de bem, no seu lugar: na cadeia.