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Mineração segue sob suspeita em MG (parte II)

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Mesmo apresentando um cenário atípico de prejuízo em caixa na casa dos R$ 2 bilhões, as ações da Oncoclínicas registraram uma alta fulminante de 20,69% no terceiro trimestre de 2025.

Para os investigadores e analistas de mercado, os números conduzem a se concluir que houve um descomunal artifício para essa falsa valorização.

É o que a imprensa especializada em bolsa já afirmou: há fortes evidências de “maquiagem contábil e a “Mão Invisível” do Banco Master.

Relatórios que ecoam denúncias anteriormente levantadas por veículos como o InfoMoney apontam para uma suposta maquiagem contábil orquestrada pelo Banco Master.

O objetivo seria “limpar” balanços de grandes mineradoras que atuam fortemente em Minas Gerais, criando uma percepção de solidez que a realidade dos números, financeira e econômica, não sustentava.

A manobra teria incluído ações muito conhecidas, com articulação de Compra entre esses empresários mineiros e Vorcaro.

Eles teriam fortalecido a aquisição de ações para inflar artificialmente o seu valor de mercado. Um desses focos foi a aposta no “Nicho de Saúde”.

O uso de mais de R$ 500 milhões para alavancar um fundo imobiliário de saúde, estratégia que atraiu a atenção até de gigantes como a XP Investimentos, mas que agora é vista com cautela por reguladores.

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