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HGIP é um hospital onde faltam gestão e responsabilidade (parte III)

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As demandas que mais problemas causam pelo seu não atendimento no HGIP, reforçando os itens citados, são de seringas de tamanhos diversos, cujo consumo é de 35 mil por mês, e sacos de óbito, onde são colocadas as pessoas que não sobrevivem aos tratamentos realizados no hospital, para, assim, serem transferidas para os devidos cuidados de suas famílias.

Além de terem recebido muitas vezes tratamentos precários em razão da falta de medicamentos e itens necessários nas intervenções ministradas, se chegam a falecer não conseguem receber dignidade no seu óbito. Ponham essa realidade, senhores diretores do IPSEMG, no Caderno de Gestão que se acha em formatação.

Não se esqueçam de levar um exemplar para o Cleitinho ver como vocês são mentirosos e maus gestores, que criam leitos no hospital, mas não conseguem proporcionar o devido tratamento, médico e humano, aos seus pacientes, que remuneram pelos serviços que deveriam merecer.

Não é favor algum do Estado. Onde estão os deputados que nas eleições se dizem defensores dos servidores públicos?

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