A frase é do deputado Professor Cleiton, rebatendo a fala do governador Mateus Simões, que afirmou que “o excedente prova apenas a própria incompetência para ser nomeado para a função pública para a qual prestou concurso”.
Como nem tudo fica definitivamente escondido, professor Cleiton descobriu que o Mateus Simões governador que não quer nomear os excedentes na carente e hoje ineficiente Polícia Civil é o mesmo que, como advogado, prestou concurso na Assembleia Legislativa de MG em 2007, num certame aberto para o preenchimento de 3-(três) vagas como Procurador.
Mateus foi reprovado, porque ficou em 14º lugar. Mas tudo pode mudar e no ano seguinte novas vagas foram criadas e aquele advogado, Mateus Simões, acabou sendo incorporado aos quadros do legislativo mineiro, mesmo tendo ficado na 14ª colocação.
Então, tem razão o deputado Professor Cleiton ao cobrar de Mateus que olhe para trás e nomeie esses investigadores e delegados de que a Polícia Civil de MG tanto necessita. A segurança pública, Mateus, vive uma grande falência.
Quem sofre é a sociedade, que não tem guarda-costas como é o seu caso e do Zema, que têm segurança e carro oficial blindado para andarem na rua, tudo pago pelo orçamento público.