Abriram a temporada de importação de nomes para a ocupação de espaços na política de Minas.
Já não chega a chuva de militantes ordinaríssimos que se abateu sobre o Estado nos últimos tempos, agora assistimos à chegada de Eduardo Cunha, solto já há alguns anos, para pleitear sua volta à Câmara dos Deputados, como pretenso integrante da bancada mineira.
Era o que nos faltava.
Entrevistado pelo blog do PCO, Cunha justifica que “a gente vale pelos frutos que dá. Diferentemente de outros que estão começando ou estão no exercício e não têm muita coisa para mostrar, eu não preciso prometer nada.”
Realmente: Eduardo Cunha tem um longo prontuário que o apresenta.
Sua meta talvez seja reproduzir no seu próximo mandato, tudo aquilo que fez pelo Rio de Janeiro: nada aproveitável!
Se nós mineiros tivermos sorte, que ele tenha o mesmo resultado nas próximas eleições que obteve em 2022, em São Paulo: uma retumbante e fragorosa derrota.
E que retorne à Baixada Fluminense, que é o paraíso mais adequado às suas ideias.
Lá, certamente o receberão com uma salva de tiros.