Obviamente a defesa desse “suposto assassino”, Renê Jr. vai dizer que ele foi ameaçado pela motorista ao caminhão, uma mulher em pleno trabalho com quem foi encontrado um alicate de cutícula, e por Laudemir.
Essa lei que dá a qualquer um, pelo simples fato de se dizer colecionador de armas ou atirador esportivo, o direito de andar armado, tem que ser revista.
Não é possível que uma pessoa sem qualquer necessidade profissional, seja proprietário de uma arma e possa carregá-la dentro de um veículo, dirigindo-se a uma academia, numa manhã de segunda-feira.
Segundo matéria veiculada pela Rádio Itatiaia, o “suspeito assassino” é marido de uma delegada de Polícia, de MG.
Vamos acompanhar com atenção como vai se desenvolver esse assunto e se ele, em razão de ser marido de uma autoridade policial, será colocado em liberdade, após a audiência de custódia.
É só o que falta e pode acontecer.