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Essa lei que permite a qualquer imbecil andar armado tem que ser revista com urgência (Parte I)

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Na manhã dessa segunda-feira, 11, motivado por uma desavença de trânsito que a princípio ele mesmo criou, um diretor de uma empresa de alimentos de nome Renê Júnior foi preso numa academia de ginástica localizada na Av. Raja Gabaglia, depois de desferir um tiro no abdômen do gari Laudemir de Souza Fernandes, que trabalhava na limpeza de uma rua; a vítima, pai de uma criança de 3 anos, morreu durante os procedimentos médicos, executados no Hospital Santa Rita.

Seu envolvimento foi o de tentar proteger a motorista de um caminhão de uma empresa terceirizada da PBH, ameaçada pelo “suposto assassino”, em razão de uma manobra no trânsito feita pelo caminhão.

A personalidade do “suposto assassino” permitiu a ele, depois de dar um tiro num trabalhador, dirigir-se a uma academia para a prática diária de ginástica.

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