A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de MG, Lina Rocha, juntamente com o presidente da Casa do Jornalista, Carlos Barroso, tornaram público nessa tarde, 22 de julho, o repúdio da classe sobre o que pode ser qualificado como uma ameaça vil à independência da imprensa e à dignidade do jornalismo, em Minas Gerais, ao encontrarem na entrada do prédio do Sindicato, localizado à Av. Álvares Cabral 400, no centro de BH, um pacote que desconfiou tratar-se de um artefato explosivo.
Chamada a Polícia Militar e, posteriormente, o BOPE Antibombas, constatou-se ser apenas um embrulho contendo pedras e material de provocação ao processo democrático brasileiro.
A Casa do Jornalista, em 1980, em pleno período da ditadura militar, foi alvo de atentado a bomba, “plantada por terroristas de extrema direita”.
Diante do ocorrido, a presidente do Sindicato, Lima Rocha, afirmou o compromisso com a independência que norteia a atividade do jornalismo em Minas, reiterando que a “categoria e sua representação sindical não vão se intimidar e nem se calar, diante de quaisquer ameaças aos jornalistas e ao exercício da profissão”.