Como reza a tradição, depois do primeiro discurso de abertura da solenidade feito pelo presidente brasileiro, veio Trump, que chegou reclamando do prompt que não funcionava, da escada rolante que o obrigou e à primeira-dama a subirem escadas e blá-blá-blá, blá-blá-blá.
A apresentadora da Globo News, Andrea Sadi, com ironia, classificou o discurso de Trump como uma “fala do cercadinho”, tamanho o improviso como o presidente do maior país do mundo se dirigiu aos representantes dos países membros da Organização das Nações Unidas.
De todo o seu discurso, com uma expressão de quem fala com notório desprezo pelos demais chefes de estado, o que restou foi o reconhecimento de que na semana que vem ele não receberá na Casa Branca um subalterno, nem fará de Lula um Zelensky.
Vamos torcer para esse encontro aconteça rápido.
Quem sabe Lula já traz para o Brasil o Dudu Bananinha e o aspirante a ditador, o neto de Figueiredo, para acabar com a espera da PF?
Ambos caberiam com folga no compartimento de carga.