O discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU, neste 23 de setembro, foi a síntese da resposta que os brasileiros sempre quiseram dar às ameaças engendradas pelo presidente Trump, alimentadas por uma trupe boçal de bandidos que se dizem “patriotas”, mas que nada mais buscam do que a anistia do seu líder e orientador, o ex-presidente Bolsonaro.
Até conseguiram ir muito mais longe do que se esperava, mas como ninguém chega à Presidência dos EUA dotado somente de uma peruca alaranjada e de burrice extrema, o que acabou se produzindo foi a consolidação do respeito que o Brasil angariou do resto do mundo.
Ao final, “num encontro casual”, como disse Trump, os dois presidentes se abraçaram para acertarem um bate-papo na próxima semana, quando Lula terá a oportunidade de provar para o resto do mundo que aquele bando de falsários liderado pelo Dudu Bananinha não significa o Brasil.