Depois tem também as questões de segurança do governador e, mais ainda, de eventuais passageiros que pudessem estar no mesmo voo juntamente com Zema numa viagem em voos comerciais.
Imaginemos que justificam: está lá Zema sentado num avião da Latam, por exemplo, e entra uma professora, um policial Civil, Militar ou Penal, um médico, todos servidores públicos; o voo nem decolaria.
Outra situação: você está sentado esperando terminar o embarque e vem o Zema e assenta do seu lado, num voo com destino a Recife, por exemplo, de quase 4 horas.
Impossível você não conversar ou não responder o vizinho de poltrona.
E os assuntos?
“No meu govierno; no meu govierno, quando eu era menino lá no Araxá”, e o destino nunca chega.
Apoiamos o uso das aeronaves do governo para o governador ir lá dentro, só com seus assessores.
Se houver alguma viagem para João Pessoa ou Maceió e admitindo-se que o convidado durma durante a viagem, somos candidatos, à carona; isso, claro, sem ofender a lei.