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Crise no PODEMOS, Nely Aquino e tensão no apoio a Mateus Simões

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O rompimento entre Marcelo Aro e Eduardo Cunha também produziu efeitos colaterais dentro do PODEMOS. A deputada federal Nely Aquino, que orbitava o grupo político articulado por Aro, acabou sendo diretamente atingida pela reconfiguração interna da legenda.

Nos bastidores, comenta-se que Cunha, em articulação com Renata Abreu, presidente nacional do PODEMOS, já trabalha na formação de uma nova chapa para a disputa proporcional em Minas Gerais, deixando a parlamentar em posição delicada dentro da sigla — sem garantia de espaço competitivo e sem acesso claro ao fundo eleitoral.

Ixe; tudo, menos o fundo eleitoral. A crise interna promete repercutir no cenário eleitoral mineiro e pode trazer reflexos para a base política do recém-empossado governador Matheus Simões.

O episódio amplia o clima de tensão entre grupos que até a pouco tempo caminhavam juntos e adiciona novas variáveis ao xadrez político do Estado rumo às próximas eleições.

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