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Confusão genuinamente eleitoreira

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Toda essa polêmica sobre criação de escolas cívico-militares vem no meio de uma confusão maliciosamente montada para gerar uma reação com repercussões junto às famílias de crianças e jovens em idade escolar.

Uma coisa são o que conhecemos como Colégio Militar Tiradentes, dirigido, administrado e mantido em operação pela Polícia Militar de MG, onde trabalham professores civis e militares, criados para receberem preferencialmente filhos de militares da PMMG e dos Bombeiros do CBMG.

Filhos de civis também, desde que haja vagas não preenchidas pela demanda de famílias de militares.

Já as escolas cívico-militares são criações do atual governo, que se confundem com o Colégio Tiradentes, mas que se justificam apenas porque o governo não tem programa para dotar as escolas de estrutura própria que garanta a segurança e a integridade de alunos e professores.

Nos primeiros, as famílias encontrarão disciplina, ensino preparado e orientação pedagógica. Nos demais, a submissão dos alunos e até mesmo dos professores e funcionários à presença de militares que não foram preparados para ensinar, mas para fazer segurança pública.

São muito úteis, claro, mas nas suas respectivas atribuições, espaços e demandas. Nas portas das escolas terão grande valia, especialmente nesse momento de expansão do crime organizado em toda Minas, quando a PMMG e a Polícia Civil lutam para conseguirem abastecer suas viaturas e lutar contra a violência, contra a droga.

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