Um cliente preferencial da telefônica CLARO, amigo da coluna, procurou a loja da empresa na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro, para ampliar o plano de uma de suas 3 linhas.
Foi tão maltratado por uma funcionária de nome Monique, tão desrespeitado, que resolveu cancelar suas linhas, o que fez ali mesmo, e na loja ao lado, migrar suas contas para a concorrente. A Vivo gritou: viva Monique!
Pessoas assim são a festa da concorrência. Destratar clientes tem sido tão frequente nas relações comerciais que as empresas que lidam com atendimento em grande volume deveriam ficar atentas a tais atitudes.
Pode parecer pouco, mas essas ocorrências arrebentam com o dia das pessoas, trazem transtornos ao trabalho e a vida das mesmas e deixam marcas muito ruins em todos nós.
Quando isso ocorre, reclamar, sempre educadamente, é bom para aperfeiçoar o trato e as relações.