São valores consideráveis, sem falar no que a atividade mineradora leva para cada uma das cidades, em empregos, serviços, moradias, aluguéis, compras no comércio local.
Um assunto sigiloso que o Governo de Minas mantém debaixo de setenta chaves é o balanço do que significa para Minas Gerais a concessão de exploração do Nióbio de Araxá, que a CBMM (MOREIRA SALES) faz e não deixam ser conhecidos os números do CFEM, nem, tampouco, o que a modalidade gera para os cofres do Estado, em ICMS. Ou não recolhe.
A exploração total gera para a COMIPA 25% dos valores apurados. Nessa legislatura, não há como; estamos na porta de uma campanha eleitoral, que deverá mudar em muito a composição das forças políticas do Estado, especialmente na ALMG.
Na próxima, é absolutamente necessário identificar entre os eleitos algum parlamentar com coragem para investigar e colocar em pratos limpos o que essa relação significa para o tesouro de Minas Gerais. Não é possível que o Nióbio só não seja estratégico para Minas e para os mineiros.