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BR-135 e BR-251, no norte de Minas

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Quem usou a BR-135 no trecho que vai do entroncamento da BR-040, em Paraopeba (antes de Curvelo), seguindo até Montes Claros, certamente vai testemunhar a excelência da via.

Nesse trecho, de cerca de 363km há cinco praças de pedágio, implantadas sob protesto dos usuários do trecho quando negociada a concessão com a Ecovias. Há concessões e concessões.

Hoje quem usa a BR-135 certamente dirá o quanto foi importante a concessão, da forma como se acha feita. É caro? Para muitos, sim. Mas vale a pena.

O Ministério dos Transportes precisa, com urgência, tomar conta da BR 251, no trecho desde o entroncamento da BR-135 até Salinas, onde há um trânsito insuportável de caminhões de carga e ônibus de passageiros.

É uma vergonha o estado dessa via, e vergonhoso também que não haja interesse dos nossos deputados estaduais, federais e senadores pela privatização dessa via, condicionada à ampliação de suas pistas; vão esperar que ela acabe definitivamente?

Se não for através de duplicação, pelo menos que seja através da construção de terceiras faixas, para aliviar e tornar mais seguras as ultrapassagens. Mas isso tem que ser urgente.

Quantas pessoas terão que morrer nesse trecho para sensibilizar o governo federal a trabalhar nesse sentido?

Não há dia em que não se registram grandes e graves acidentes no seu percurso.

A BR-251 é uma rodovia transversal, que une a Bahia ao Mato Grosso, passando em longa extensão por Minas Gerais.

Que os governos desses Estados e as suas representações na Câmara se unam nesse projeto.

Onde estão nossas lideranças políticas que só buscam votos nessa região?

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