Minas Gerais sofre com isso e é necessário que todos os dias lembremos o vazio político do nosso Estado.
Já fomos a Minas que consagrou a atividade de tantos políticos importante na história brasileira e agora, a cada momento, temos que conviver com o extremo do despreparo, uma situação a cada vez mais cômica, risível de um governador como Romeu Zema que o seu grupo mais próximo não critica porque precisarão do apoio econômico às suas próximas campanhas.
O próprio vice-governador Mateus Simões mais se assemelha a um ajudante de ordens, reprimido quando toma atitudes coerentes, honestas, necessárias, como no caso da publicação da lista de renúncias fiscais entregues a grandes grupos econômicos acusados de custear a candidatura de Zema e a própria, na eleição de 2022, mas volta para seu gabinete com o assunto debaixo do braço porque, possivelmente, Zema o mandou ficar calado.
Isso é grave; as renúncias fiscais em Minas Gerais estão em R$ 22 bilhões.
Quem delas se beneficia, Mateus?
E Zema, você vai ficar calado até quando?
E os deputados da ALMG, também espera passarem as eleições de 2026 para colocar a boca no trombone?