O governador Mateus Simões está fazendo promessas já com o dinheiro que entrar no caixa do Estado com a venda da COPASA. Em suas viagens pelo interior de Minas, a privatização da COPASA virou a salvação da lavoura.
Nessa semana, Mateus prometeu que “o primeiro investimento que será feito com o dinheiro que entrar da venda da COPASA será aqui aplicado na recuperação da MG-179, de Alfenas a Machado e em outros trechos da mesma via.
Pergunta-se: por que Zema renunciou à receita de R$ 125 bilhões de impostos durante sete anos e agora Minas terá que vender sua empresa de saneamento, financeiramente saudável, lucrativa, para ter recursos para fazer obricas como essa agora prometida.
Mateus: a falta de projetos de expressão, que pudessem interromper esse ciclo de mediocridade que o seu governo e do de Zema, que você integrou, é tão desastrosa que vocês usam essas obras para justificar a venda da COPASA.
Você, Mateus, não sabe governar nem fazer conta aritmética. Os R$ 125 bilhões dados para empresas amigas em sete anos seriam suficientes para construir 1100 obras como essa que você promete com o dinheiro que seu governo não tem, porque a COPASA não foi e talvez não seja vendida.
Muita água ainda vai rolar debaixo dessa ponte.