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Assim o governo de MG trata a saúde pública (parte I)

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Em Minas Gerais, ao que sugerem os fatos, por teimosia do ex-governador Zema e do atual, Romeu Zema, hospitais são fechados, serviços sonegados, com grave ameaça à vida das pessoas e à saúde pública. É o que diz, corajosamente, a carta que transcrevemos abaixo:

“Encaminho, por meio deste, denúncia formal URGENTE referente à transferência do ambulatório do Hospital Maria Amélia Lins (HMAL) para o Hospital João XXIII (HJXXIII), em Belo Horizonte/MG, realizada sem a devida estrutura, planejamento e garantia de segurança assistencial.

-O ambulatório do HMAL realiza, em média, 1000 a 1050 exames de raio-X (RX) por mês. No entanto, conforme o modelo atual de transferência;

-Não há estrutura prevista no HJXXIII para absorver essa demanda;
os atendimentos serão direcionados ao RX da urgência, já sobrecarregado;

-Não há organização de fluxo, nem segregação entre pacientes ambulatoriais, de urgência e visitantes;

-A situação impõe riscos graves e imediatos, dentre eles;

-Pacientes aguardando atendimento em áreas externas, sob sol, sem estrutura adequada;

-Mistura de fluxos assistenciais, aumentando risco sanitário;

-Superlotação e atraso diagnóstico;

-Redução da capacidade de atendimento;

-Possível aumento de encaminhamentos e necessidade de novas AIHs, impactando diretamente a rede SUS, inclusive que já vêm ocorrendo desde a transferência da demanda de bloco cirúrgico do HMAL para o HJXXIII.

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