Caso esse movimento se confirme, o Novo passaria a estruturar um projeto eleitoral mais robusto em Minas. A peça-chave dessa estratégia seria o deputado federal Nikolas Ferreira, hoje no Partido Liberal.
Nikolas vive um momento de tensão com a direção nacional do PL, sigla comandada por Valdemar Costa Neto, e poderia migrar de partido levando consigo um grupo significativo de candidatos competitivos, que o teriam como puxador de votos.
A aposta é que Nikolas, caso confirme projeções que circulam no meio político — com algo próximo de dois milhões de votos — poderia se tornar um poderoso puxador de votos para a Câmara Federal, ajudando o Novo a ultrapassar com folga a cláusula de barreira e ampliando sua bancada, sobretudo em Minas Gerais.
Nesse desenho, o Novo teria dois pilares em Minas: Matheus Simões na disputa pelo governo estadual e Nikolas Ferreira como principal liderança na eleição proporcional.
A partir daí, surgiria a necessidade de compor a chapa majoritária com um vice. Três partidos aparecem no radar: Partido Liberal, Republicanos e União Brasil.