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A venda da Copasa é uma justificativa de quem não quer fazer conta (Parte II)

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Mas voltando à urgente necessidade de desfazer-se da COPASA para cobrir tais investimentos, lembrando que no próximo ano teremos campanha eleitoral inclusive para eleição de governador, o próprio Gustavo Barbosa, mineiro de Uberaba e um especialista em contabilidade pública poderia dizer ao seu assessorado Mateus Simões que o caminho mais próximo seria cortar 6% do sigiloso e bilionário programa de concessão de benesses a empresas e empresários, aquele cujos nomes são mantidos debaixo do pano, -uma imoralidade em termos de administração pública-, e destinar esse valor ao “inadiável programa”.

Monta em R$ 25,5 bilhões a festa das renúncias; 6% equivalem a R$ 1,53 bi, mais do que o necessário para fazer e recuperar estradas.

Tão simples que não se entende por que se escolher o caminho da privatização; Mateus Simões disse, há dias, que “os mineiros querem a privatização da COPASA”, mas não disse quem são.

A resposta talvez encontremos, avaliando os esforços de quem muito se empenha nessa hercúlea tarefa.

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