Não faltaram fatos para que o Ministério Público de MG, o Tribunal de Contas de MG e a Assembleia Legislativa de MG se aplicassem em investigar as entranhas do processo de privatização da COPASA, desde que o sr. Hamilton Amadeo assumiu a presidência do Conselho de Administração da estatal, até o seu súbito desligamento, após a revelação de sua sórdida passagem por empresas de São Paulo, envolvidas em pagamento de propinas, fatos esses confessados pelo próprio Amadeo, perante o MPSP, em investigações que envolviam casos com sua participação e proveito.
Depois vieram as suspeitas de ligações do ex-presidente da Copasa, Guilherme Duarte, que após deixar a presidência da estatal para assumir cargo em grupo investidor de São Paulo, ligado à Reag, aquela que sofreu intervenção do Banco Central, por estar misturada ao esquema de Daniel Vorcaro, ainda permaneceu no Conselho de Administração da COPASA. Saiu depois, talvez porque já soubesse do que sua nova atividade precisasse saber.