O espetáculo ensaiado para o governo não aconteceu.
Diante desse quadro horroroso, André dos Anjos passou a investir pesado na encenação, para obter poder e visibilidade, diante do governo.
Adotou o discurso de “mudança”, promoveu reuniões gerenciais em palcos simbólicos como auditório do BDMG, Biblioteca Pública, Hospital Belo Horizonte, eventos em Araxá, tudo cuidadosamente escolhido para impressionar o governo e quem lhe interessa, criando a falsa sensação de que “está tudo sob controle”.
Não está e muito em breve, antes das eleições, esse rombo vai estourar.
Enquanto posa de gestor moderno, internamente promove um ataque frontal ao servidor de carreira.
Retira vantagens, esvazia direitos, desmonta estruturas consolidadas e cria uma nova engenharia administrativa cujo resultado prático é simples: tirar de quem trabalha, para favorecer amigos, seus similares EPPGGs, aliados e relações convenientes.
O IPSEMG deixa de ser um Instituto sério e passa a funcionar como extensão de projetos pessoais.
Só que André dos Anjos se esqueceu de um detalhe incômodo: o IPSEMG ainda tem servidores atentos, inteligentes, organizados e documentados.
Há provas. Há registros. Há números incontestáveis, que não mentem.