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Vergonha e fraude no atendimento do Hospital Júlia Kubitscheck (Parte II)

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“A ignorância é atrevida!”, dizia o saudoso deputado estadual Lúcio Souza Cruz, na Assembleia Legislativa de MG, nos idos da década de 70.

Infelizmente, o governo Zema e seu staff de saúde personificam o que está conceituado nessa frase.

E acrescentamos: a ignorância e a fraude são atrevidas, más, levianas.

O que estamos vendo no Hospital Júlia Kubitschek é mais do que essa frase contém.

Além de uma insensibilidade atroz, intolerável, que levou a enfermeira Neuza Freitas a exercer a coragem de denunciar, como já vem fazendo de maneira frontal há anos, o desleixo e desumanidade que o governo Zema vem imprimindo à saúde pública do Estado, como um comportamento estroina, que dissipa o dinheiro público através da má gestão da saúde pública.

Agora é a vez do Ministério Público Federal apurar se o Estado está recebendo verbas da União como remuneração para compensar despesas com internação de pacientes do SUS em leitos, com assistência de acompanhantes, mas os estão mantendo em cadeiras ou macas dispostas em corredores, no frio, sem a menor condição de acomodação minimamente humana desses sofridos pacientes.

É aí no Hospital JK que estão acomodando os pacientes que não estão sendo atendidos no Hospital Maria Amélia Lins, que tem seu bloco cirúrgico fechado, mesmo estando reformado, há quase seis meses.

A isso se chama de IRRESPONSABILIDADE NO CUMPRIMENTO DO DEVER PÚBLICO.

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