A pretensão do governo Romeu Zema/Mateus Simões de reduzir a FHEMIG a mera agência locadora de hospitais, UPAs e postos de saúde de boa rentabilidade, além de freguesa preferencial de distribuidoras de medicamentos, em síntese, o objeto do projeto levado à Assembleia Legislativa e que muitos parlamentares, por interesses próprios ou por solidariedade aos equívocos da dupla que (des) governa Minas, deixaram transparente que votarão pela sua aprovação, podem ter outras vertentes, que beiram a imoralidade.
Segundo o deputado Lucas Lasmar, do bloco Democracia e Luta, o projeto oportunará a transformação da FHEMIG, também, “em um grande cabide de cargos políticos e empregos destinados a amigos bem escolhidos, além de colocá-la como signatária de contratos bilionários de insumos e serviços, destinados a parceiros especiais”.
Felizmente o Tribunal de Contas de MG e o MPMG estão atentos.
A Polícia Federal só se movimenta quando há dúvidas sobre o emprego de verbas federais.