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Será possível que a Secretaria de Estado da Fazenda esteja virando de pernas pro ar? A coisa está ficando muito séria! (Parte I)

por

Gil Leonardi/Imprensa MG

Eis que surge, como um presente envenenado, um documento interno da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais, assinado por dezenas de altos funcionários — justamente aqueles que deveriam ser os guardiões do sigilo fiscal.

A pergunta que não quer calar: como um documento tão sensível, repleto de críticas ao governo e detalhes sobre gratificações, parou nas mãos da imprensa?

O texto, uma carta de insatisfação dos servidores, é um prato cheio para entender as entranhas do fisco mineiro.

Mas também escancara uma contradição grotesca.

O mesmo governo que esconde regimes especiais de tributação sob o manto do “sigilo fiscal” agora vê seus segredos internos ficarem públicos.

Será que o sigilo só vale quando convém? Só para as renúncias fiscais?

Os servidores reclamam de salários baixos, da falta de reconhecimento e da venda de imóveis da Fazenda — tudo assinado por superintendentes, delegados fiscais e até o subsecretário da Receita Estadual.

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